01/07/2013 09h48

Estado vai ofertar 1,6 mil vagas em concurso

O Estado ainda não calculou qual será o impacto na folha de pagamento com a entrada de novos servidores.
Glaucia Colognesi e Patrícia Sanches
RD News
O Estado ainda não calculou qual será o impacto na folha de pagamento com a entrada de novos servidores. (Foto: Reprodução)

O governo promete convocar mais 400 aprovados e classificados no último grande concurso, realizado em 2010, e ainda ofertar 1.620 vagas em novos processos seletivos. A informação é do secretário de Administração, Francisco Faiad. Em entrevista ao RDNews. Faiad fez um raio X da máquina pública.

Quatorze mil pessoas foram empossadas até agora, 4 mil a mais do que foi prometido quando o ex-governador Blairo Maggi (PR) fez o concurso. A princípio, eram apenas 10 mil. As pessoas que ainda serão chamadas serão àquelas que fizeram concurso para delegado, Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), gestão e área meio.

O governo ainda programa para este ano três concursos que totalizarão a oferta de 1.620 vagas. Deste total, 1,2 mil vagas serão para a Segurança Pública, 260 para a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e 160 vagas destinadas à Universidade Estadual (Unemat).

O Estado ainda não calculou qual será o impacto na folha de pagamento com a entrada de novos servidores. Hoje a folha de pagamentoo é de R$ 326 milhões por mês, número que representa 56% do valor líquido do Executivo, calculado depois que se retiram os repasses constitucionais da Educação (25%), da Saúde (10%), dos municípios (20%) e montante para pagar dívida com a União (15%). O que sobra é dividido entre as demais secretarias, poderes e investimentos.

Existem 103 mil servidores no Governo. Deste total, 45 mil são ativos, 27 mil são inativos, 25 mil são temporários e 2 mil são comissionados. O número de DAS é pequeno. Acontece que no Estado há 6 mil cargos de confiança, mas 4 mil estão ocupados por funcionários de carreira. 
Faiad garante que quase não há serviços terceirizados no Governo. Ele cita como exemplo das exceções, a área de Informática. A grande maioria dos funcionários públicos estaduais está conncentrada na Educação (90%) e na Saúde (10%).

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