15/06/2013 10h48

Comissão de venda de terra teria motivado morte, diz polícia

Pecuarista foi atingido por 3 tiros quando estava em sua caminhonete e não resistiu
Mídia News
Fazendeiro estava dentro de caminhonete quando foi morto. (Foto: Rafael Trindade)

As investigações do assassinato do produtor rural João Barros Martins, de 70 anos, executado a tiros na manhã de ontem (14) na cidade de Vila Rica (a 1.280 quilômetros da Capital) indicam ser um crime de acerto de contas.

João Barros tinha vencido uma disputa judicial que envolvia uma área de 5,3 mil hectares na Fazenda Divisa, onde residia, e havia a suspeita de que o homicídio teria ligação com esse litígio.

No entanto, conforme as investigações chefiadas pelo delegado Welber Batista Franco, os indícios apontam que o crime teria sido motivado por uma comissão da venda da terra, já que o valor pago não teria sido o que foi acordado. O montante não foi divulgado. 

O produtor rural foi executado com três tiros de revólver calibre 38 no bairro Inconfidentes, quando saía de um escritório e entrava em sua picape Ford Ranger. A vítima chegou a dirigir por alguns metros.

Segundo o relato de testemunhas, dois homens numa moto se aproximaram do veículo e, o que estava na garupa atirou cinco vezes. Três tiros acertaram a vítima e os outros dois ficaram alojados no vidro e na porta.

Os policiais acreditam que os criminosos já seguiam a vítima desde que saiu da fazenda até o escritório.

Como na cidade não tem médico legista, a necropsia foi feita na cidade de São Félix do Araguaia, distante a cerca de 200 quilômetros de Vila Rica.

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